Trilha – Projeto Presente

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Terça feira, 06 de maio de 2008

PONTO CULTURAL E AMBIENTAL DA SERRA DO CIPÓ/

PROJETO PRESENTE/ MINAS GERAIS/ BRASIL

Neste ano que passamos associados à Ação Griô Nacional, a entidade Projeto Presente, proponente e executora do Ponto Cultural e Ambiental da Serra do Cipó e de variadas atividades em arte educação e meio ambiente desde o ano 2000, cresceu significativamente. Tanto no âmbito do aprofundamento das pesquisas sobre manifestações culturais como das iniciativas no âmbito de desejos compartilhados em ver estas praticas reconhecidas como um direito do povo brasileiro.

Sem perder de vista a dinâmica local, as nossas dificuldades e o contexto socioeconômico e cultural fazedor e vivificador das aprendizagens coletivas, considero uma celebração, o impulso que a Pedagogia Griô agrega e engaja no processo da nossa identidade, liberdade e dignidade como um todo.

O Brasil vem, portanto, encurtar a distancia com relação à incorporação pelos poderes instituídos, através da sociedade civil organizada, da maestria insubstituível da raiz de tradição oral. Nesta rede que é criada e instituída pelo Grão de Luz e Griô junto com a imensa teia de Pontos de Cultura Brasil adentro testemunha, o interesse crescente de nos educarmos em nossas vidas constantemente ligados á nossa ancestralidade, ao fortalecimento dos vínculos interinstitucionais, de pertencimento da comunidade e no envolvimento determinado em melhorar o processo de ensino-aprendizagem transformador da nossa realidade.

Para traçar um panorama geral desta intensidade de relações vibrantes no laboratório da Ação Griô, faço este testemunho que acena alguns aspectos e problematizaçoes, questões criticas e patamares dos espaços do visível e do invisível; escolha que afirma a vontade de participar de modo pro positivo na elaboração e viabilização de respostas, na esfera social e publica, para o degelo da conjuntura atual ainda tão injusta no nosso território.

-Antes da Ação Griô se apresentar ao Ponto, a instituição que represento – Projeto Presente, já trabalhava com a comunidade local e pesquisadores da cultura popular, na força espiritual e vital que as manifestações tradicionais corporificam a perspectiva ambientalista intrinseca ao culto e vice versa. Entre alguns destes trabalhos estão a capoeira, a dança afro, o teatro, o intercambio entre comunidades adjacentes, festas de integração, carnavais temáticos, levantamento de bois e visitas a instituições regionais. Foi numa destas ocasiões que a atuação do “Cavuco” Fernando (Griô Aprendiz) se destacou e sua intervenção em um dos territórios abrangidos pelo Presente –Lapinha, proporcionou, entre outras indicações interpessoais, o acumulo de afeto e anseios, propensos ao desejo de a qualquer hora, complementar nossas aprendizagens em uma nova ação vinduoura.

-No momento que a Ação Griô Nacional é anunciada em forma de Edital para os Pontos de Cultura vimos neste profissional respeitado e atuante há tempos na região, o Fernando, como a melhor decisão de escolha para coordenador Griô, pela sua qualificação popular, pela necessidade de atingir determinados resultados no tempo limitado de realização do programa, pelo volume de recurso bastante reduzido e, sobretudo, pela sua entrega e dedicação em debruçarmos juntos na construção de um projeto político pedagógico básico, capaz de orientar e favorecer nossas futuras atividades e alcances. Assim entrelaçamos nossos planos e nos entendemos arduamente nesta criação como uma nova possibilidade, não só do Griô Aprendiz e tão pouco de uma reprodução do que existia no Ponto, mas justamente na exploração comum do desejo próprio ao nosso espaço e ao encontro de nossos sentidos.

-Nesta etapa de preparação ao Edital, os proponentes ficaram incumbidos de formalizar uma parceria com Escolas e/ou universidades. Qual importância no encantamento entre os pares da ação, deste oficio de compromisso? Provocar mudanças de paradigma nas instituições vão alem do alcance de atuação dos projetos muito embora, a “linha de frente” das organizações – que enfrentam o aconchego hierárquico das oligarquias instauradas nos locais consagrados onde se institui quais conhecimentos serão valorizados, aprendidos e mantidos ao longo do tempo – devam tentar sempre, romper com a lógica burocrática fechada do sistema escolar, pouco flexível e intransigente. “Agulha puxa linha” e neste processo educativo, que conceitos não estarão sob influencia de posições e trajetórias pessoais, políticas e/ou ideológicas? Esta reflexão contribui para a ampliação do nosso universo educativo que se desenvolve na valorização extra escolar, na vida familiar e nas praticas sociais. Tendo como base esta discussão, trago a baila algumas acontecencias próprias do nosso jogo elástico da vida, do vai e vem construtivo e transformador que praticamos ao assumir a tarefa de aproximação junto ao sistema escolar:

1-fizemos o formal como manda o edital

2-mudou a autoridade que assinou o oficio encaminhado no período de analise do projeto

3-Ao ser aprovado no edital, mudou supervisora pedagógica de duas das quatro escolas que elegemos trabalhar.

4- Novamente mudou a Secretaria de Educação do Município

5-de novo mudou a Supervisora pedagógica da escola

6-a Escola transferiu a matriz para a Sede do município o que acarretou no deslocamento e sobrecarga da diretora ate então foco de nossa estratégia

7- é trocada a inspetora de Ensino da escola

8- a diretora retorna a suas funções agora na escola filial

9-acontece o Encontro Regional Brasil Central no nosso município e tivemos o privilegio da participação das duas Secretarias de Educação, das duas supervisoras pedagógicas, da diretora e de duas educadoras.

10- Chegou o momento da entrada nas Escolas e somente uma das quatro escolas apresentou resistência e a atuação do Griô Aprendiz se deu apenas no contato formal de reuniões, o mestre sequer entrou em sala de aula.

11-Houve aceitação e demanda por continuidade das atividades nas escolas hospitaleiras.

12- O envolvimento da educadora na Escola resistente a Ação propôs uma formalização da Ação Griô Nacional junto a Superintendência Estadual de Ensino para o reajuste desta conduta da Escola para com a entidade executora da Ação local

13-Por hora no Encontro da Colheita, flutuou o encaminhamento de embutir no debate das conferencias Estaduais e Federal a reivindicação de uma consideração em diretriz ao reconhecimento e incorporação na pratica docente da tradição oral.

14-Como consenso naquela ocasião, fica a opção estratégica pela conquista do corpo docente para, a partir do dialogo com os alunos e comunidade escolar, eclodir a demanda por esta abordagem e empatia generalizada.

15-É postulada uma nova Secretaria de Ensino no município.

-Resta a certeza que a política local em educação não mantêm uma linha de raciocínio norteador e que nossas Ações devem favorecer o empoderamento de ‘baixo para cima”, junto aos alunos e professores para depois alcançar uma norma ou lei.. E o adentramento nesta Escola fechada, enquanto isso, fica sujeito a entretenimento e recreação?

-Nas intervenções diretas, nos núcleos, meandros e entornos destas dificuldades e potencialidades, vai crescendo e assumindo importante papel o lugar dos Griôs Aprendizes e sua ação político-pedagogica. O nascimento deste ser iluminado, que se descobre ao caminhar, que é o sangue que circula e movimenta a auto imagem do povo, que dá vida às conexões orais de uma região, tem o dever de inclusive, dar espaço às preocupações e expectativas depositadas pela instituição no qual está inserido. Esta sensibilidade é necessária para suporte e organização do Ponto nas demandas e responsabilidades assumidas e, portanto, no fortalecimento institucional, de afirmação de identidades e dos direitos. Esta ponderação recai no desafio de criarmos um sistema de comunicação entre nós, mesmo que à distancia e em ambiente eletrônico, por exemplo, um síitio onde os Griôs Aprendizes teriam a incumbência de animar e onde todas as regionais poderiam expressar seus desejos e seus passos freqüentes e para que os resultados possam ser visíveis e compartilhados num lugar/tempo comum de ser alcançado. Ou seja, devemos possibilitar maior interlocução, alcance e transparência na apropriação dos processos, dos sentidos e das proposições nas políticas publicas da Ação Griô Nacional. Cabe ao Griô regional dar apoio e suporte para a superação das dificuldades, ficando atentos para não colocar nos ombros do Griô Aprendiz local e do Ponto, o peso e conseqüências para a superação das dificuldades que são objetivas, geracionais, sociais, políticas e econômicas. Cito alguns fatos da nossa realidade que poderiam ter tido uma aproximação e assimilação mais harmônica: 1-alguns assuntos e demandas eram destinados via e-mail exclusivamente ao Griô Aprendiz 2-houve apenas um encontro dos Griôs Aprendizes, no Encontro regional 3- O Griô aprendiz local do nosso Ponto se manteve na função desde o inicio da Ação. 4- Aconteceu troca de direção na função do Griô Aprendiz Regional, saiu Chico e ficou Fabiola 5- A Griô Aprendiz Regional realizou uma caminhada de surpresa e às pressas, sem participação do Griô aprendiz local

Mas como discutir e “pesar na balança” assuntos de desdobramentos e de combinados que extrapolam as relações institucionais e perpassa atuações particulares em eventos e em negócios autônomos porem complementares a Ação? Por exemplo, a consultoria do Griô Aprendiz na produção do espaço Escola Viva na Teia 2007? Ou no aluguel de equipamentos do Griô aprendiz na realização do Encontro da Colheita? Ou na contratação do diretor do Ponto na assistência de pré produção e como motorista do Encontro Regional? É preciso estabelecer demarcações do singular e do coletivo pra que no decorrer da Ação os ruídos e interferências das diversas atividades simultâneas não dispersem para fora do campo entendido. Estes combinados interpessoais afetam a responsabilidade e compromisso social do destino do grupo e da convivência comunitária? O que garante esta coesão? De quem é o lugar da produção executiva nas regionais da Ação Griô? Acredito ser importante o esclarecimento e conhecimento do responsável pela gestão do recurso financeiro nas regionais e dos direitos das partes para que possamos exercer nossa participação percebendo a importância das nossas atuações na implementação desta política publica.

Sem duvida, dos conflitos gerados destas turbulências e pressões, das melhores extensões, os esforços e dedicação aplicados na Ação, superaram as metas físicas e quantitativas, transbordando a imersão apaixonada em coisa de família, suprimindo, de tal maneira, as adversidades do dinheiro.

Na busca experimental por um “modus operandis” que contemple as iniciativas, ritmos, interesses e tempos da sociedade e que simultaneamente estabelece uma dinâmica comum, própria de grupos, devemos nos apoiar sobretudo, na nossa capacidade de renovar e enfrentar os problemas surgidos no decorrer da ação.

Considerando a dependência e a conseqüência de cada meta/alem da meta e etapa/tapa e a interação entre estas práticas e visões, tenho constatado uma condição única, criadora de um percurso infalível e inesgotável do saber na troca de transmissões orais. Isto tem se mostrado possível com todo confronto necessário entre entidades civis, órgãos públicos, escola, poderes locais e componentes da equipe. Descobrimos na nossa região diversos elementos, miudezas e invisíveis facilitadores ou acumuladores de virtudes, de simbolismos, e de representatividade, seja de vinculo parentesco, seja de origem histórica e/ou de origem social. A mestra Piedade, por exemplo, descobriu que o mestre Juquinha é casado com uma prima sua e que ele aprendeu um pouco do batuque que sabe num lugar comum, onde Piedade também costuma ir à procura das ervas milagrosas dos campos rupestres. E nesta recíproca, a bisavó de Dona Mercês veio da Africa no mesmo comboio da bisavó de dona Divina e no Brasil, seus antepassados viveram juntos na mesma senzala – aquela onde fizemos a roda da vida no Encontro Regional Brasil Central – local de onde saíram cada uma e foram constituir família cada qual no seu mocambo. Para alem destas constatações outras aproximações, cognições e significados vão sendo somados, continuados e desdobrados entre os presentes, sejam mestres, Griôs, gerentes, coordenadores, comunidade, crianças, turistas…. Esta vivencia, tanto nos eventos promovidos no decorrer da Ação, ou apenas no contato áudio visual dos registros, sucumbem aos resquícios e deflagram uma cumplicidade? Isto possibilita maior grau de participação e confiança? Dentre os vários caminhos encontrados e percorridos, muitas pontes fizemos e compartilhamos com os Pontos de São Gonçalo, Milho Verde, Diamantina e outras poeiras e repasses levantados em Itambé, Conceição, Serro e na Chácara em Santa Luzia. Realmente um caminho largo e extenso, firme, onde pudemos cruzar espinhos, tempestades, sol na mulera e muita fartura nas bonança da semeadura, sobre a memória e imaginário conterrâneo, do histórico de ocupação da região, da tradição dos cultivos, dos nomes geradores das paragens e das lá vão gerais.

-Outra discussão a salientar; será a bolsa auxilio um reconhecimento do que já foi feito? Uma compensação? Ou será este recurso financeiro mais uma tarefa a fazer para conquistá-la? Ou será um estimulo a constancia das praticas?

-A mediação do ponto de Cultura implica em algumas interferências: ao nível da estrutura política cultural como direito dos mestres a ser oficializado; ao nível da didática e conteúdo a ser apresentado em conjunto aos educadores, escolas e familiares; no nível da importância dos mestres em se auto-reconhecer e a se auto-determinar perante o espaço comunitário e ás forças dominantes. Inerente a estes vários níveis de interferência, ressaltam outros aspectos que definem, transformam e reinventam a organização do aprendizado. Como por exemplo, a afinidade, o engajamento, a disponibilidade, o discernimento, a compreensão, a disposição, a saúde, a mobilidade e acessibilidade entre tantas outras situações, articulações e iniciativas de todas as partes envolvidas na ação que são imensuráveis, imprevistas e indiscutíveis, pois estão sempre acontecendo independente do nosso consentimento. Trata-se, sem duvida, de assunto bastante polemico, que ao ser abordado a partir de referências culturais e identitaria dos grupos não dominantes, trazem imensa gama de abertura e desalienaçao em relação à realidade. Pois a bolsa que os mestres recebem mensalmente é o inicio do reconhecimento a existência destas pessoas porem, ainda não se compensa o desnível condicionado pela visão eurocentrica guardada na sociedade desde quinhentos anos até hoje. Neste sentido a opção no destino destes recursos pelos bolsistas, visam a suprir direitos básicos das leis fundamentais da vida, como moradia, compra de remédios, de mantimentos, de serviços fúnebres, e de contas abusivas de agua e luz. A demais é um compromisso assumido entre os participantes, uma troca oficial, de uma carga horária a cumprir e uma moeda a receber cujo sujeito ocupa um novo espaço social. E por ser novo este espaço, inclusive para as pessoas que circundam, altera o dia a dia da comunidade em seus desejos, em suas cobranças, opiniões, subjetividades, constrangimentos e liderança. O fato é que, a indústria criativa merece ser mais bem discutida; o valor moral do dinheiro agregado a atividades de visibilidade internacional e de repercussões locais subsidiam perspectivas de inserção profissional mesmo que indiretas; o aperfeiçoamento e/ou esclarecimento a este modelo em implementação, media a própria forma do modo que a pessoa lembra e conta a própria vida.

Isto observado, é fundamental pensar na memória, na historia das raízes brasileiras, na oralidade e que esta educação não é exclusividade da escola. Entretanto, cabe a Escola abordar e dialogar com a diversidade dos diferentes raciocínios e vivacidades que a rodeia e a compõe. A experiência da Ação Griô na Serra do Cipó, serve praticamente, como possibilidade de aproximação entre as cercas da Escola e o que a cerca, quer dizer, o que está contido na escola e o que a contem. Bem ou mal, buscou-se esta convivência, com problemas da instituição Projeto Presente, do Ponto de Cultura, da própria Escola, dos adolescentes aprendizes que foram alunos, dos educadores, dos mestres, dos Griôs Aprendizes, das acessórias e coordenação da Ação, dos moradores e ate dos visitantes da região.

-Foi possível constatar que não é o projeto ou planejamento político pedagógico bem montado e acabado que determina o sucesso maior de uma invenção educativa. Muito mais determinante é o afeto e a relação que se forma e se prolonga entre os envolvidos, a maneira como se expressam e traduzem no cotidiano as necessidades culturais e sociais individuais e do grupo. De modo geral, a eficiência dos espinhos e a boniteza da rosa, superaram nossas expectativas, como estratégia de luta por política publica articulada a diversas outras áreas alem da Cultura Popular. Cabe a nós, na intensidade e intimidade de nossas aprendizagens, redirecionar o processo a ser obtido, nos colocando em continua renovação, fundamentado no respeito entre as pessoas e perante o grupo e tornando como premissa que a comunidade é que deverá explicitar e estimular a participação da Escola no processo de reconhecimento das manifestações culturais locais. Neste sentido, nós do Ponto de Cultura somos temporariamente, intermediadores entre a ação comunitária que ocorre nos distritos e os escalões governamentais, tendo como referencia o fazer e o pensar das comunidades em questão, inseridos no contexto global.

-Por outro lado, devemos levar em conta, que o processo é acelerado e os resultados não são imediatos. Daí a importância, no desenvolvimento da abordagem e da apreensão dos conteúdos culturais pela e com a comunidade, da garantia e amplitude do tempo de atuação da Ação no local. Neste sentido, é louvável e gratificante a noticia de que o próximo edital esta por vir, com mais participantes e com duração mais expandida. É uma grande conquista que cria condições para haver sincronia entre as dinâmicas cultural, educacional e institucional, dentro e fora da Ação.

-Uma ultima consideração diz respeito ao entrelaçamento, não só dos objetivos e metas indicados pelas instituições da regional Nascente das Veredas e das diretrizes da Ação Griô Nacional, como também da generosidade, congruência e sinergia na criação de trabalhos e formas para troca entre as instituições e os profissionais das equipes. Esta alteridade e maturidade ficaram evidenciadas nos últimos consensos do Encontro da Colheita que deliberou por um encontro próprio desta rede independente da próxima configuração do edital 2008, em promover um momento para concepção e viabilização de um projeto para capacitação de educadores com material didático próprio. Outro protagonismo coletivo é a tentativa de arranjos para captação de recursos solidários a manutenção das bolsas, e por ventura, outras despesas de deslocamento, enquanto o resultado e pagamento dos selecionados neste próximo edital se consolide. Esta potencialidade e vontade do grupo, em muito fortifica a Ação Griô e desperta para o pensar dos impactos e das efetividades sócio culturais alem do projeto em si, em seus contextos de vida, de relações com o mundo do trabalho, do estimulo á participação social, da inserção em espaços de tomada de decisão comunitária e ao mesmo tempo, na influencia e reciclagem de novos vínculos como referencia comunitária aliada a um movimento de capilaridade internacional.

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